Logótipo Espaço Fertilidade





Notícia Interna

Psicologia Clínica no Espaço Fertilidade

Conversa com Pais – preparação para a gravidez e parentalidade A gravidez e o nascimento de um filho constituem dois dos acontecimentos mais importantes e marcantes na vida de um casal. No entanto, por todas as mudanças que acarretam, exigem aos novos pais algum esforço de reorganização e redefinição de papéis. Por esta razão, é frequente surgirem muitas dúvidas e por vezes algumas dificuldades na adaptação a todas estas mudanças, podendo por vezes causar alguma ansiedade nos novos pais e até mesmo originar alguma crise no relacionamento do casal. Este é um processo contínuo e pode ser necessário algum tempo para que novas formas de organização e novos equilíbrios possam ser encontrados, e para que esta importante fase do ciclo de vida dos indivíduos enquanto pais e enquanto casal possa ser o mais gratificante possível As Conversas com Pais surgem como um espaço de partilha entre um grupo de casais, mas orientado por profissionais na área da parentalidade, de modo a permitir uma transição para a parentalidade mais suave, sem sobressaltos, preparando os pais para os desafios que se avizinham. Consulta de Psicologia Clínica A consulta de Psicologia Clínica consiste num processo construído entre Psicólogo e cliente com o objectivo de ajudar o cliente a identificar as suas dificuldades e a encontrar novas formas, mais adaptativas, de lidar com essas dificuldades. As áreas de intervenção desta consulta são habitualmente problemas relacionais, emocionais ou comportamentais que a dada altura se tornam demasiado exigentes ultrapassando os recursos que os indivíduos têm para, num dado momento, lidar com essas exigências. Assim, se sentir alguns dos seguintes sinais ou sintomas, poderá ser importante recorrer à ajuda da consulta de Psicologia Clínica:  Depressão,  Ansiedade, tensão, stress  Tristeza frequente,  Choro fácil,  Dificuldade em gerir as diferentes tarefas do dia-a-dia  Sentimentos de culpa ou desespero,  Dificuldades no relacionamento com o companheiro/a ou  Dificuldades no relacionamento com os outros. Psicologia clínica e Infertilidade O diagnóstico de infertilidade e os tratamentos para alcançar uma gravidez estão muitas vezes associados a níveis mais elevados de depressão e ansiedade nos casais. A notícia de incapacidade de conceberem espontaneamente, as múltiplas análises e exames médicos necessárias para se chegar a um diagnóstico e os tratamentos para se alcançar uma gravidez podem, em alguns casos, ser demasiado desgastantes para os casais. Nem todos os casais reagem da mesma forma, pois esta reacção depende sempre presença de vários outros factores, como a existência de uma boa relação conjugal, o forte apoio dos familiares e amigos ou a compreensão no local de trabalho e facilidade em conciliar os tratamentos com a actividade profissional, entre outros. Porém, nem sempre estas situações se reúnem, conduzindo alguns casais a maiores dificuldades em lidar com a infertilidade e tratamentos associados. Nestes casos, é frequente observar a existência de dificuldades individuais e conjugais, tais como dificuldades conjugais, dificuldades sexuais, isolamento social, ansiedade e depressão, ansiedade e angústia em relação ao tratamento, sentimentos de culpa ou desespero, ansiedade em relação aos resultados do tratamento e dificuldades em lidar com o insucesso do tratamento. Se sentir algumas destas dificuldades, poderá ser importante recorrer à ajuda da consulta de Psicologia Clínica. Esta consulta poderá contribuir para:  Ajudar a lidar com o diagnóstico de infertilidade;  Preparar-se para lidar com os tratamentos de Reprodução Medicamente Assistida (RMA);  Ajudar a conhecer e a lidar os desafios associados a cada fase dos tratamentos RMA  Compreender e saber lidar com as suas reacções emocionais ao problema de fertilidade;  Ajudá-lo a lidar com problemas sexuais, conjugais ou interpessoais;  Promover a comunicação no relacionamento conjugal;  Aprender a controlar a ansiedade e depressão associadas ao problema de fertilidade;  Ajudar a tomar decisões esclarecidas e ponderadas relativas aos tratamentos;  Ajudar a ter em conta outras alternativas para construir família, como a adopção;  Lidar com situações de perda e luto consequentes do tratamento RMA (cancelamento do tratamento, insucesso no tratamento, interrupções de gravidez, …);  Ajudar a tomar a decisão relativa à opção de terminar com os tratamentos.

http://


   

« voltar