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Esterilidade Apresentações FAQ |
FAQ's - Perguntas Mais Frequentes A nossa clinica não faz FIV Bom dia! Não um pólipo não é grave e resolve-se facilmente. Porém, não deve ser a unica causa de não engravidar... O unico risco arescido é o de aborto mais frequente. Não. O que pode fazer é uma histerossalpingossonografia em que se avalia a permeabilidade das trompas por ecografia com recuros a um líquido semelhante ao soro, sem iodo. Só vendo a sua hsiterossalpingografia lhe poderei responder. Uma trompa dilatad pode impedir a fecundação e o desenvolvimento embrionário ou facilitar a ocorrência de uma gravidez extra-uterina. A solução poderá passar pela remoção cirúrgica da trompa se se justificar. Pode fazer o rastreio bioquínico antes desde que tenha a certeza da idade gestacional. Porém as informações da ecografia serão necessárias para completar os dados do rastreio Sim, dependendo do estado da outra trompa, correndo risco de voltar a ter uma gravidez ectópica.Deverá ser avaliada a normalidade da trompa restante e , caso, esteja danificada poderá estar indicada a sua remoção e posterior recurso a fecundação in vitro. A amniocentese destina-se a colher líquido amniótico, habitualmente para estudo dos cromossomas do feto mas pode também servir para excluir a presença de doenças genéticas conhecidas na família ou para o diagnóstico de infecções no feto. Azoospermia é a ausência de espermatozóides no esperma. De facto o programa informático só aceita cálculos de TN até as 13 semanas finais mas o valor do rastreio bioquímico em si mantem-se Sim, por vezes acontece que após a realização da histerossalpingografia as trompas ficam desobstruídas e a gravidez ocorre, o que não tem qualquer risco para o feto já que a radiografia deve ser realizada antes da ovulação e portanto da fecundação. Pelo facto de ter antecedentes de abortos espontâneos tem um risco acrescido de que isto se volte a repetir. No entanto não significa que a gravidez não possa prosseguir até ao final sem problemas. Deve evitar esforços, repousar o mais possível e seguir os ocnselhos do seu médico. Deve tratar os dentes durante a gravidez para evitar que surjam infecções e outros problemas mais graves. Terá, naturalmente de informar o seu médico dentista que está grávida. As malformações uterinas como é o caso do útero unicórneo resultam de anomalias no desenvolvimento do aprelho reprodutor numa fase precoce da gestação. as causas são desconhecidas mas não são hereditárias, isto é não se transmitem de eração em geração. Terá de consular o seu médico ginecologista para avaliar o seu funcionamento ovárico e a integridade do seu aparelho reprodutor. Sim, isoladamente a ecografia entre as 11 e as 14 semanas é mais eficaz que o rastreio bioquímico.Porém, se associados, estes 2 métodos coseguem uma taxa de detecção de anomalias muito elevada. Não o valor da TN não é elevado e o facto de se verem os ossos próprios do nariz, por si só é um factor de menor probabilidade de o feto ser portador de anomalias cromossómicas, designadamente trissomia 21. A histerossalpingografia não é um exame isento de riscos mas normalmente não ocorre qualquer complicação desde que não haja intolerância ao iodo presente no produto de contraste utilizado. O sucesso da fecundação in vitro é em média de 27% . Isto é em cada 100 tentativas consegue-se o nascimento de um bébé em 27. O facto de as trompas poderem estar dilatadas e eventualmente contaminadas com um agente infeccioso pode comprometer um pouco esta taxa média. Não é grave na medida em que permite obter uma gravidez através da técnica de microinjecção intracitoplasmática de espermatozóides, desde que estes existam em quantidade suficiente. Porém o normal é acima de 14% de espermatozóides com forma normal. Não a fecundidade masculina tem de ser avaliada através da análise do esperma ou, indirectamente através da realização de um teste pós-coital ou teste de Hunher (isto é a detecção da presença de espermatozóides móveis no muco cervical da mulher depois de uma relação sexual). 1)idade materna avançada As causas são diferentes consoante o tipo de anomalias, nas situações de trissomias habitualmente está em causa uma anomalia na formação do óvulo ou do espermatozóide que darão origem ao embrião. Nas doenças hereditárias, há um contexto familiar de indivíduos doentes devido à presença de uma anomalia num gene ou mais genes (mutação) que são transmitidos de pais para filhos. As principais anomalias na gravidez são as alterações do número dos cromossomas, particularmente as trissomias (isto é a existência de 3 cromossomas de um par em vez do número normal, que são 2). As trissomias mais frequentemente detectadas são a trissomia do cromossoma 21 e anomalias dos cromossomas sexuais que têm menor impacto em termos da qualidade de vida das crianças. As doenças hereditárias identificadas na família podem também ser detectadas num feto em desenvolvimento, sendo exemplo disto as doenças ligadas ao sexo, O diagnóstico pré-natal destina-se a identificar nos fetos em desenvolvimento malformações, doenças hereditárias ou alterações dos cromossomas, sendo a situação mais frequentemente detectada o Síndroma de Down ou trissomia 21. O Aconselhamento genético deve fazer parte da consulta de rotina de todas as grávidas com mais de 34 anos ou com antecedentes familiares de doenças hereditárias. A amniocentese consiste na colheita de alguns mililitros de líquido amniótico que é o líquido que envolve o feto e no qual existem células fetais em suspensão que podem ser estudadas. Este é o meio mais utilizado para obter material fetal para estudo e consiste na aspiração, através de uma picada no abdómen da grávida e sob orientação ecográfica. Esta colheita é efectuada por especialistas e acarreta um risco de abortamento entre 0.5 e 1%. O RASTREIO BIOQUÍMICO que se baseia no doseamento no sangue materno de substâncias produzidas pelo feto ou pela placenta permitindo assim ter uma noção concreta da sua produção durante essa gestação. Este doseamento permite corrigir o risco de uma mulher grávida com uma determinada idade poder ter um bebé com anomalias cromossómicas. Quando realizado no primeiro trimestre da gravidez e associado ao valor da translucência da nuca fetal que é determinado na ecografia realizada entre as 11 e as 14 semanas de gestação, este rastreio permite uma taxa de detecção de anomalias cromossómicas de cerca de 90%. No entanto, deve salientar-se que este é apenas de um método de rastreio que poderá indicar, em caso de risco elevado, a realização de uma amniocentese para se realizar o diagnóstico definitivo da anomalia. Após os 35 anos existe um risco mais elevado de ocorrerem anomalias dos cromossomas do feto, particularmente devidas ao envelhecimento dos óvulos. Mas também existem mais riscos maternos quando a gravidez ocorre depois desta idade. Consiste em explicar aos casais em risco de vir a ter um descendente com doenças cromossómicas ou genéticas as possibilidades de rastreio, diagnóstico e prognóstico bem como os tratamentos disponíveis para essas situações. Nalgumas situações poderá mesmo ser feito um aconselhamento reprodutivo no sentido de prevenir o nascimento de bebés com doenças muito graves ou letais a curto prazo Os valores de referência utilizado para classificar um espermograma como normal são:Volume >2ml As investigações femininas compreendem: a realização de uma história clínica e exame ginecológico e a avaliação funcional do ovário através da realização de uma curva de temperaturas basais e de doseamentos hormonais na segunda fase do ciclo menstrual. A esterilidade pode ser de causa feminina ou masculina, existindo muitas vezes causas mistas (nos 2 elementos do casal). As investigações começam com a realização de uma história clínica e observação andrológica e prosseguem com a realização de um eEspermograma. Poderão ainda estar indicadas investigações omplementares sequenciais nomeadamente doseamentos hormonais, estudos bacteriológicos, imagiológicos, bioquímicos, cariótipo e biópsia testicular. O espermograma é essencial para o diagnóstico de anomalias espermáticas e definição do prognóstico reprodutivo. |